sábado, 23 de janeiro de 2010

Não precisa ter medo, eu estou aqui!


Em alguns momentos estamos tão sós que não conseguimos se quer pedir ajuda.
Estamos tão fracos e não sabemos como pedir ajuda.
Alguns instantes tão perdidos que não nos encontramos se quer olhando-nos no espelho.
O que fazer? Como fazer? Onde estar? Qual a resposta? Fugir?

E aí...recebemos um telefonema inesperado, alguém quer saber como estamos, o que dizer?
Esse interesse repentino em nossas vidas, alguém se lembra de nós!?!

Você sabe quando realmente é capaz de ser um ponto de referência pra alguém?
Aqui vão as dicas...
Quando uma criança pede você pra segurar a mão dela pra ela atravessar a rua.
Quando uma criança caí e olha pra você sabendo que você vai ajuda-la a se erguer de novo.
Qaundo ela esta cansada e procura o seu colo pra dormir.

Algumas pessoas nunca vão saber o que é relamente seu um ponto de segurança.
Algumas pessoas nunca vão ser pai ou mãe...
Mas todos nós temos a capacidade de ser um porto seguro para alguém que amamos.
Eu agradeço a oportunidade de poder ser pai...

Como uma prece...


Madonna - Like A Prayer (tradução)
by Madonna

A vida é um mistério, todos devem permanecer sozinhos
Eu ouço você chamar meu nome
E me sinto em casa

Quando você chama meu nome é como uma pequena oração
Estou de joelhos, eu quero te guiar
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma oração, você sabe que te guiarei

Eu ouço sua voz, é como um anjo suspirando
Eu não tenho escolha, eu ouço sua voz
Sinto vontade de voar

Eu fecho meus olhos, Ó Deus acho que estou caindo
Fora do céu, eu fecho meus olhos
Deus me ajude

Quando você chama meu nome é como uma pequena oração
Eu ajoelho, eu quero te guiar
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma oração, você sabe que eu te guiarei

Como uma criança você sussurra suavemente para mim
Você está em controle como uma criança
Agora estou dançando

É como um sonho, sem fim e sem começo
Você está aqui comigo, é como um sonho
Deixe o coro cantar

Quando você chama meu nome é como uma pequena oração
Estou de joelhos, eu quero te guiar
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma oração, você sabe que vou te guiar

Como uma oração, sua voz me guia
Como uma reflexão pra mim, você é um mistério
Assim como um sonho, você não é o que parece
Como uma oração, não tenho escolha
Sua voz pode me guiar
Como uma oração, te guiarei
É como um sonho para mim

domingo, 17 de janeiro de 2010

Eu digo, que seja pra sempre!


Eu acredito, acredito! Acredito que exista um Deus que criou tudo o que podemos ver e o que podemos sentir. Acredito em Deus que nos ama de tal maneira que mesmo errando permanece conosco. Acredito no amor que dura pra sempre, que enxerga defeitos, que não julga, que acredita e transforma.
Eu creio que as pessoas podem mudar, que elas podem aprender com os seus erros, que podem perceber que estão enganadas e assumir que a vida não é tão difícil de ser vivida, quando é vivida a dois ou mais.
Eu acredito no poder que a familia tem de unir as pessoas, do amor dos pais por seus filhos. Acredito que o elo que liga a mãe a seus filhos é o mais próximo do mesmo elo que liga Deus a nós.

Eu sei que muitas veszes fazemos coisas que não gostaríamos e mesmo assim a fazem, e acredito que podemos dizer não aos nossos erros.

Eu acredito que levar uma caneta tem o mesmo peso que roubar um banco. Que uma mãe que abondona seus filhos tem o mesmo valor que um assassino.

Eu acredito que o amor muda tudo e a todos, que a gentileza é a melhor arma.

Eu acredito que se todos seguissemos as regras as coisas seriam certas.

Eu acredito que o jeitinho brasileiro é o pior modo de se enganar.

Eu acredito no amor que dura pra sempre, que cura doenças e que transforma a vida das pessoas.

Eu acredito que cada dia é único e nunca será igual ao de ontem. Acredito no pra sempre, e também que você até acredite, mas nunca tenha tido coragem de dizer. Eu digo, que seja pra sempre!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Escolha ser livre!!!

Quando sonhamos ultrapassamos nossos limites, libertamos nossas amarras do coctidiano e nos deixamos levar pela liberdade de criar, de fantasiar. Desejamos absurdos, fazemos loucuras, seguimos nos instintos, nos permitimos ser quem gostaríamos de ser, sem nossos preconceitos.
Somos capazes de amar sem exigir, somos capazes de chorar, de demonstrar afeto, de dizer que amamos a quem amamos. Podemos voar, viajar. construimos histórias felizes e com finais felizes, pois somos atores, diretores, roteiristas de nossa própria história.
Aí lembramos do outro, que também é diretor, protagonista e roteirista de sua própria história e muitas vezes temos um personagem de curta duração na história deles. O outro tem esse direito. Nós também temos esse direito.
Uma relação de qualquer natureza tem que prevalecer o querer dos dois, temos de ter o mesmo objetivo, continuar junto, querer junto, construir junto, cooperar.
Precisamos saber deixar ir. Toda perda é dolorosa. valide seu sentimento, ele é legítimo, não deixe os outros dizerem que não é. O que não podemos é nos tornar presos a essa perda. Se isso acontecer ficaremos presos ao passado, presos a algo que não existe mais e que nos impedirá de vivermos plenamente nosso presente.
Não somos obrigados a sermos amigos de pessoas que já amamos e que nós deixamos de amar ou que deixaram de nos amar. Não somos obrigado a nada. Não é prova de maturidade transfomar uma relação amorosa em relação de amizade.
Cada um sabe a dor e a alegria de ser quem é. Não precisamos ser o que as pessoas nos dizem para sermos, não precisamos cuidar de quem não está mais presente em nossa vida, ela não faz mais parte.
Ela escolheu ir, ela também precisará aprender a viver sem nós, sem nossa proteção, sem a nossa segurança, sem a nossa presença. O que unia não nos une mais. Não temos mais responsabilidades um com o outro. Não é prova de maturidade ser amigo de quem já amamos.
Maturidade é entender o que esta sentindo e se libertar e libertar o que está preso. maturidade é conhecer-se e respeitar os limites, é possível compreender que algumas pessoas são capazes de serem amigas de quem já amaram, outras não são capazes, é um limite e temos de respeitar esse limite se quisermos nossos limites respeitados. É uma característica.
Respeitar o limite do outro é prova de maturidade. Escolha como vai viver, eu escolho ser livre.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Do início...




Nos últimos 6 meses, especialmente, tenho buscado uma compreensão ainda mais profunda de mim mesmo e, consequentemente, de cada alma que de mim, de alguma forma, se aproxima...
Nesta jornada, tenho descoberto e confirmado, cada vez com maior lucidez, uma verdade que pode ser ótima (ou não) dependendo da forma como lidamos com ela: cada dia é uma pequena vida!

Cada situação é uma encruzilhada. Cada passo é uma escolha que pode mudar tudo. Talvez seja exatamente por isso que é tão difícil nos mantermos fiéis aos sentimentos que mais desejamos experimentar: alegria, auto-estima, gentileza, amor...

Um passo vacilante... e tudo se modifica. O que era amor pode se transformar em ciúme, egoísmo, raiva, medo. O que era alegria pode se transformar em dúvida, desesperança, tristeza. O que era auto-estima pode se transformar em insegurança, agressividade, dor. O que era gentileza pode se transformar em intolerância, desistência, arrogância.

Uma atitude, uma escolha... e tudo pode mudar! E isso me faz lembrar da máxima “Orai e vigiai”. Quando a gente ora, pede o que deseja, entra em estado de humildade, receptividade, esperança... Mas um minuto depois, é preciso que entremos em vigília constante.

Somos passionais, motivados por reações. Ainda não aprendemos a ponderar. Reagimos automaticamente a partir de crenças limitantes, de preconceitos e defesas internas. Reagimos: este é o problema.

Precisamos começar a agir. Sempre agir. Cada passo precisa ser uma ação consciente, atenta, lúcida. E para que isso se torne possível, só há uma maneira: treino, prática, repetição... dia após dia até que se torne hábito.

Só podemos destruir um velho hábito que já não nos interessa se no lugar dele construirmos um novo, que revele uma nova direção, um novo caminho. Os sentimentos difíceis continuarão dentro da gente, mas em vez de reagirmos a eles, podemos decidir por uma nova ação.

Em último caso, tenho feito assim: quando ainda não sei qual a nova ação que posso ter diante de um sentimento difícil, opto pelo silêncio. Respiro fundo, entro em contato com o que estou sentindo, reconheço que estou me deixando atingir pelo que está acontecendo e simplesmente espero, em silêncio, até que consiga encontrar, dentro de mim, uma nova maneira de agir diante de velhos sentimentos.

E assim, de vida em vida, um dia de cada vez, pretendo acordar amanhã mais positivo do que fui hoje... do início...